terça-feira, 7 de junho de 2011

Talento é mandatório na Arte?

Eu acho que sim! Talento para mim é o que difere o artista do curioso praticante. É a mesma coisa entre um Claude Monet, um Pablo Picasso e um pintor reconhecido, mas que não é verbete em todos os compêndios, como eles e outros. Ou mesmo entre tais ícones da História da Arte e um artista da "Feira Hippie" de Ipanema. Ou, na música, entre violinistas comuns e um virtuose, como Paganini. Talento é o que distingue o artista coadjuvante do artista principal ganhador de um "Oscar", entre o jogador de futebol comum e Garrincha, Pelé, Maradona, ou Messi! Talento é o que faz um artista tornar-se referência. Pode existir nos graus máximos, como os artistas citados, mas pode existir sob formas mais comuns, como artistas reconhecidos, mas de menor influência ou menor repercussão.
Talento foi, é e sempre será o divisor entre o artista e o monstro sagrado. Entre o afamado e o eterno ícone.
Nada, nada substitui o talento, como o bordão de um certame de premiação!
Se não concorda, como muitos hoje, defendem, esteja à vontade! Se concorda comigo, mas gosta de colocar de forma diferente, vá em frente!